terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Qual a imagem do seu espelho?

O mundo ao seu redor é um reflexo, um espelho que mostra quem você é. O que você acha de bom nos outros está em você também. Os defeitos que você encontra nos outros são seus defeitos, com certeza. Afinal, para você reconhecer algo, tem que ter conhecido anteriormente. As potencialidades que você vê nos outros são possíveis em você. A beleza que você vê a seu redor é sua beleza também. O que você vê nos outros mostra você mesmo. Veja o melhor nos outros e você será uma pessoa melhor. Doe aos outros e estará doando a si mesmo. Aprecie a beleza e você será belo.
Quando se perde riqueza, nada se perde; quando se perde saúde, perde-se muito; quando se perde o caráter, perde-se tudo.
Gostaria de compartilhar com o amigo leitor um pensamento do médico Dráuzio Varela: “Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa, que se transforma em doença. Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho, está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor”.
Um sobrevivente de um campo de concentração nazista visitava um amigo com o qual compartilhara desse sofrimento, que lhe perguntou: “Já perdoou os nazistas?”. A resposta foi curta e grossa: “Sim, consegui perdoar”. “Pois eu não”, retrucou indignado. “Ainda estou consumido de ódio por eles”. O homem concluiu: “Nesse caso, você ainda é prisioneiro deles”. Todo ódio, rancor e mágoa que cultivamos em nosso coração, sem sombra de dúvida, são nossos piores inimigos, nos destroem aos poucos. Portanto, amigo leitor, devemos nos libertar dos sentimentos perversos e ruins, antes que a doença física e a depressão nos tome por completo.

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